MISTÉRIOS SEMÂNTICOS - A RIQUEZA DA LINGUAGEM
Na fala de um com o outro, o conteúdo semântico pode estar dizendo algo que temos de observar. Por exemplo, o que o outro lhe fala pode ter um sentido e pretensão de significado que não é o comum para você. Ele pode pensar no tempo e na eternidade e voce perguntaria: o que vem a ser eterno? Ele defende que haveria um outra dimensão do tempo, em que as pessoas estariam. Mas voce teria de observar que isso seria uma construção dele, talvez para seu consolo diante da morte. Voce pediria a ele uma referência além da poética ou religiosa. De que 'realidade' ele estará falando? É isso verdade?
Portanto, a comunicação entre os indivíduos com a linguagem tem conteúdos que não são compartilhados igualmente, mas um pode tentar entender o outro. Se ele pensa assim e diz isso então, voce pode criticá-lo, colocando questões. Nosso saber, se for crítico, coloca outra perspectiva em nossa ação, fala e discurso.
SEMANTIC MYSTERIES - THE WEALTH OF LANGUAGE
In speaking of one another, semantic content may be saying something that we have to observe. For example, what the other tells you may have a sense and pretense of meaning that is not common to you. He can think of time and eternity and you would ask: what is eternal? He argues that there would be another dimension of time, in which people would be. But you would have to note that this would be a construction of him, perhaps for his comfort in the face of death. You would ask him for a reference other than poetic or religious. What reality is he talking about? Is that true?
Therefore, communication between individuals with language has contents that are not shared equally, but one can try to understand the other. If he thinks like that and says it then, you can criticize him by asking questions. Our knowledge, if it is critical, puts another perspective on our action, speech and discourse.
Eu pretendi mostrar e discutir a polissemia ou seja, os variados significados das palavras na linguagem comum e a ação comunicativa humana, que supõe que um falante busque ser entendido pelo outro em todos os sentidos, naquilo que diz e se concorda com ele.
I intended to show and discuss polysemy ie the various meanings of words in common language and human communicative action, which assumes that one speaker seeks to be understood by the other in all senses, in what he says and agrees with.
FILOSFIA & POESIA
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
POEMA, MUSICA E FOTO NÃO EXISTO SEM VOCE
I know and you know, since life did so
That nothing in this world will take you from me
I know and you know that the distance does not exist
That all great love
One is quite large if it is sad
So, my love
Do not be afraid of suffering
As the paths refer myself to you
As well as the ocean
It's just beautiful with moonlight
As the song
Just right if you sing
As a cloud
Only happens if it rains
As the poet
Only great if you suffer
As well as live
Without love is not living
There you without me
And I do not exist without you
POEMA LETRA DE MÚSICA de Tom e Vinícius
Nós, eu, não existiria sem o outro. nem se chegaria a existir, não formaria um eu, seria apenas um corpo fisiológico. A ação comunicativa desenvolve-se a partir desse princípio teórico. É o meio onde se forma a cultura, o eu de cada um.
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Pois os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
That nothing in this world will take you from me
I know and you know that the distance does not exist
That all great love
One is quite large if it is sad
So, my love
Do not be afraid of suffering
As the paths refer myself to you
As well as the ocean
It's just beautiful with moonlight
As the song
Just right if you sing
As a cloud
Only happens if it rains
As the poet
Only great if you suffer
As well as live
Without love is not living
There you without me
And I do not exist without you
POEMA LETRA DE MÚSICA de Tom e Vinícius
Nós, eu, não existiria sem o outro. nem se chegaria a existir, não formaria um eu, seria apenas um corpo fisiológico. A ação comunicativa desenvolve-se a partir desse princípio teórico. É o meio onde se forma a cultura, o eu de cada um.
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Pois os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
sábado, 19 de setembro de 2015
NEM ABSOLUTO NEM RELATIVO
Não há vida após a morte, nada é para
sempre. Até a cultura desaparece e pode sumir toda. Nada é para sempre!
There is no life after death, nothing is forever. To the culture disappears and you can all go away. Nothing is forever!
There is no life after death, nothing is forever. To the culture disappears and you can all go away. Nothing is forever!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
A MELANCOLIA Georg Trakl
A MELANCOLIA
És poderosa,
boca escura,
No íntimo,
imagem formada
De nuvens de
outono,
Silêncio dourado
da tarde;
Grande corrente
de brilho verde
Na região de
sombras,
De pinheiros
quebrados;
Um lugarejo
Que desfalece
abnegado em imagens marrons.
Eis que
saltam os cavalos negros
Em prado
brumoso.
Soldados!
Da colina
onde o sol rola morrendo
Jorra o
sangue que ri -
Sob carvalhos
Atônitos!
Oh, rancorosa melancolia
Do exército;
um elmo cintilante
Caiu tilintando
de fronte púrpura.
Noite
outonal vem tão fresca,
Brilha com
estrelas
Sobre quebradas
ossadas de homens
A silenciosa
monja.
(1914) Georg Trakl
Tradução de Cláudia Cavalcanti. Livro "de Profundis" Georg Trakl. Ed. ILUMINURAS 1994
Tradução de Cláudia Cavalcanti. Livro "de Profundis" Georg Trakl. Ed. ILUMINURAS 1994
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Algo se move
Algo de interessante neste poema, orgânico, uma visão orgânica, que já vi sendo referida a Goethe, a vida, Poema de Jorge Salomão "algo se move"
quarta-feira, 15 de abril de 2015
ENGANADOS E DESENGANADOS
A poesia não vai contra a ciência e a tecnologia, ela complementa um mundo cultural e politico de sentido e de ação.
A poesia é salvação diante da naturalização ou visão naturalista de Heidegger que naturaliza a poesia.
Ser não é tempo. O tempo é natural; o ser é cultural.
A poesia é salvação diante da naturalização ou visão naturalista de Heidegger que naturaliza a poesia.
Ser não é tempo. O tempo é natural; o ser é cultural.
quinta-feira, 19 de março de 2015
INTERPRETAÇÃO E VERDADE
A dupla interpretação é o que se deve fazer. Ao interpretar Hölderlin com todos aqueles critérios, incluindo o que pensa o leitor, sua interpretação dos intérpretes, tb o intérprete deve ser interpretado para saber quem ele é, pois para nós, mesmo se referindo a nós mesmos, fazemos uma interpretação sendo impossivel uma verdade bruta,, um saber bruto, sem ser interpretado ou sem que seja uma interpretação.[como se fosse uma percepção corriqueira do mundo]. Este é o nível crítico que já se encontra na teoria de H-G Gadamer, na de Habermas e de outros [ Antony Guidden].
Pode-se perguntar, qual o critério da interpretação então, se tudo é interpretação? Mas este é justamente o caso, não há um fundamento último fora da interpretação e o que apresenta-se como critério é algo desenvolvido pelos intérpretes, algo pensado por eles.
O que é uma análise psicológica senão uma interpretação? Esteja baseando-se na psicanálise de qualquer tipo ou fora da psicanálise, o que se faz é uma interpretação do sujeito, do indivíduo.
E se o indivíduo tem um acesso privilegiado a si mesmo, que outro não tem, apenas ele inclui na sua auto-interpretação o que sabe, vivencia, aprende e pensa/opina. O outro faz a sua interpretação dele.
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